Descartados
de Marcelo Rebelo de Sousa, filho de Baltazar Rebelo de Sousa, um dos maiores
propagandistas da ditadura colonial-fascista, que serviu o regime desde 1953,
até à sua queda, Pelos vistos, o filho não fica atrás da retórica do Pai, que
acusava os movimentos de libertação de subversivos. - Um dos grandes esteios e
sedutores do regime autoritário e colonialista do Salazarismo e do Marcelismo.
No
discurso de posse, António José Seguro prometeu ainda que tudo fará para travar
o "frenesim eleitoral" e pediu aos partidos com representação
parlamentar "um compromisso político claro" pela estabilidade.
António José Seguro - Novo Presidente de Portugal- No discurso de posse, prometeu ainda que tudo fará para travar o "frenesim eleitoral" e pediu aos partidos com representação parlamentar "um compromisso político claro" pela estabilidade.
Em cerimónia realizada na Assembleia da República, António José Seguro tomou posse como XXI Presidente da República, tendo prestado juramento com a mão direita sobre a Constituição da República Portuguesa, a que se seguiu a execução do Hino Nacional com salva de 21 tiros de artilharia.
NÃO
ESQUECER - PAI DE MARCELO Foi secretário-geral dos Escoteiros de Portugal, Foi
secretário do gabinete do Ministro das Colónias Marcelo Caetano. Em 1953
Baltazar Rebelo de Sousa foi eleito deputado à Assembleia Nacional, pelo
círculo eleitoral de Évora e, em 1957, foi eleito pelo círculo de Braga. Quando
Marcello Caetano chega a presidente do Conselho, Baltazar Rebelo de Sousa é
nomeado governador-geral de Moçambique - Depois desempenhou funções de
ministro-delegado do Presidente do Conselho para a Emigração e ocupou, sucessivamente, os cargos de Ministro da Saúde e Assistência, das Corporações e Previdência Social e, em 1973, a de Ministro Ultramar, até 1974 Portugal deve “pagar custos” da escravatura e dos crimes coloniais,
o do Presidente do Conselho para a Emigração e ocupou,
sucessivamente, os cargos de Ministro da Saúde e Assistência, das Corporações e
Previdência Social e, em 1973, a de Ministro Ultramar, até 1974 Portugal deve
“pagar custos” da escravatura e dos crimes coloniais,
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Estiveram presentes na cerimónia altas individualidades estrangeiras, nomeadamente o Rei Filipe VI de Espanha, os Presidentes da República de Angola, João Lourenço; de São Tomé e Príncipe, Carlos Manuel Vila Nova; de Cabo Verde, José Maria das Neves; de Timor-Leste, na sua dupla qualidade de Presidente da CPLP, José Ramos-Horta e de Moçambique, Daniel Chapo
António José Martins Seguro nasceu a 11 de março de 1962, em Penamacor, vila de que é Cidadão Honorário e onde cedo aprendeu o valor da proximidade, do trabalho e da solidariedade. É o mais novo de três filhos de Domingos Sanches Seguro (1926 – 2017) e Maria do Céu Martins Seguro (1927– 2011), cujos exemplos de dedicação e integridade moldaram o seu sentido de responsabilidade e serviço público.
É casado com Maria Margarida Nave Nunes Maldonado Freitas (2001) e tem dois filhos, Maria (2002) e António (2006), com quem reside nas Caldas da Rainha.
Estudou em Penamacor (escola primária, Escola Preparatória Ribeiro Sanches e Externato Nossa Senhora do Incenso) e concluiu o último ano do ensino secundário em Castelo Branco (Escola Industrial e Comercial).
É licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa, mestre em Ciência Política pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE–IUL) e doutorando em Ciência Política no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP–UL).
Até à sua eleição como Presidente da República, foi professor universitário nas áreas de Ciência Política e Relações Internacionais, durante dezanove anos, na Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e, durante nove anos, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP–Universidade de Lisboa).
Para além da assumida paixão em lecionar e dialogar com os alunos, António José Seguro dedicou parte relevante do seu percurso à reflexão e investigação académica, com particular enfoque no estudo da qualidade da democracia, no papel das assembleias nos sistemas de governo, da ética na vida pública, da cidadania e da integração europeia. - Pormenores em https://www.presidencia.pt/presid.../o-presidente/biografia/
Paulo Rangel admite que EUA podem usar a base das Lajes para ataque sem avisar Portugal Lusa 23 de fevereiro de 2026 às 13:50 Fomentadores da Guerra e não da paz? Ião: Rangel admite que EUA podem usar Lajes para ataque sem avisar Portugal Interrogado se isso significa que os Estados Unidos, no âmbito desse tratado, podem usar a Base das Lajes para uma operação no Irão sem que Portugal tenha conhecimento, Paulo Rangel respondeu: "Exatamente, isso é verdade".
(...) "Podem, para qualquer operação, usar sem Portugal ter de ter conhecimento. Isso é assim que está nos tratados e é assim que está a acontecer com todas as bases europeias, dos mais variados países", referiu.
Questionado assim se Portugal não vê qualquer problema em que os Estados Unidos utilizem a Base das Lajes para uma operação contra o Irão, o ministro respondeu que "Portugal tem feito um apelo sistemático, também na questão do Irão, a que as questões e as diferenças se resolvam pela vida da paz".
"Essa tem sido a posição de Portugal e continua a ser", afirmou.
Operação Fúria Épica ao
Irão” Do Liberalismo Selvagem ameaça a Paz e à Humanidade Orquestrada por Trump e
Netanyahu Depois da invasão à Venezuela, ameaças à Gronelândia e de anteriores
CONSEQUÊNCIAS IMPREVISÍVEIS
Depois
da invasão à Venezuela, ameaças à Gronelândia e de anteriores invasões: Afeganistão, Iraque e da Líbia, na mira do
petróleo Do expansionismo imperialista– Que lições democratas se
poderão esperar de tão descaradas agressões ? A paz não se
constrói com armas mas com diálogo e respeito pelas crenças, culturas,
identidades.
Mas que raio têm os americanos (e os dirigentes europeus seus satélites) de se envolver em questões internas de outros países?...É no Iraque, na Líbia, em toda a parte: agora no Irão Obviamente, que, enquanto eles gastam milhões despejando bombas e fomentando os ódios e extremismos, a sabedoria chinesa vai espalhando por todo o mundo os seus bazares e assenhorando-se da economia mundial, sem todavia dar um tiro.
EUA e Arábia Saudita assinam acordo de armas no valor de 127 mil milhões de eurosAssinado na primeira paragem da digressão de Trump pelos países do Golfo, o acordo prevê que Washington forneça a Riade “equipamento de guerra de última geração” em troca de um investimento saudita de 20 mil milhões de dólares no sector da inteligência artificial dos EUA.
A denominada Operação "Fúria Épica",lançada na madrugada de Sábado, por EUA e Israel, contra o Irão, dizem os seus ditadores que irá durar o tempo "que for necessário". ·Referem noticias, ter provocado mais de 200 mortos e que o Irão respondeu com ataques contra Israel e vários países do Golfo com bases norte-americanas. Com afirmações de que os principais dirigentes do país estão vivos, incluindo o ayatollah Ali Khamenei, que se encontra em parte incerta.
SABE-SE QUANDO A GUERRA COMEÇA E NUNCA QUANDO ACABA_Deus nos proteja de ínvios e criminosos ataques, perpetrados por tão descarada hipocrisia e cumplicidade, contra a Humanidade!
Não bastou a invasão de Bagdade e do Iraque, iniciada a 20 de março de 2003 por uma coligação liderada pelos Estados Unidos (com apoio britânico) amplamente considerada um ato ilegal à luz do direito internacional e uma "guerra de agressão" não autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas. ...
A Cimeira das Lajes (16 de março de 2003), realizada na Base Aérea das Lajes, Açores, na qual George W. Bush, Tony Blair, José María Aznar e o anfitrião Durão Barroso
formalizaram o ultimato a Saddam Hussein, lançando a invasão do Iraque sem o apoio explícito da ONU
Do Iraque ao Irão: Depois da Cimeira das Lajes, autorizar a destruição do Iraque, a pretexto de eliminar armas de destruição em massa (ADM) e possíveis programas nucleares, alegação que nunca se confirmou após investigações, aí está outra ferroada liberal selvagem:
Rangel admite que EUA podem usar Lajes para ataque sem avisar Portugal. Aceita ir nos desatinos perigosos de um Trampa: -América está longe dasreações imprevisíveis aos ataques deum louco, tem as costas protegidas . E, Portugal, como toa aEuropamais próxima e sujeitaa ser retaliada
E agora? O Governo português condena igualmente os ataques considerados injustificáveis atribuídos ao Irão contra países vizinhos da região,
Em Espanha, Pedro Sánchez disse que rejeita "a ação militar unilateral dos EUA e Israel". Por sua vez, Reino Unido, França e Alemanha condenam conjuntamente a retaliação do Irão. Costa e Von der Leyen "preocupados
O Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, condenou os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã neste sábado (28). O chefe da ONU afirmou que o uso da força pelos dois aliados e a retaliação iraniana em toda a região, “prejudicam a paz e a segurança internacional
Os presidente da Comissão Europeia e do Conselho Europeu expressaram também este sábado “grande preocupação” após os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, apelando à “máxima contenção” e à salvaguarda da segurança regional e nuclear (siga aqui tudo sobre os ataques, ao minuto).
Donald Trump, em Riad Arábia Saudita, dois dias para beijos e enormes negócios de armas e de petróleo onde participou na tradicional dança ardah, com espadas, com que são executados os cristãos e quem não professe o islão – No país que instaurou a pena de morte para quem carregar exemplar da Bíblia - Corolário do cinismo e da heresia – Presidente Americano, depois de passar por Tel Aviv, Jerusalém e Belém, vai ao Vaticano ao beija-mão ao Papa Francisco para ganhar fôlego para outras mascaradas.
Em 2015 -As duas empresas da Trump Organization foram consideradas
culpadas de várias acusações de fraude fiscal criminal e falsificação de
registos comerciais, avança a CNN INTERNACIONAL - Em causa está um esquema de
15 anos para defraudar as autoridades fiscais ao não declarar (nem pagar
impostos sobre) a remuneração de altos executivos .
TÉNTÁCULOS QUE SÓ ENXERGAM OS CIFRÕES (…) As propriedades do presidente Donald Trump em todo o mundo trazem consigo parceiros de negócios de todo o mundo.
Como é possível, que num país, com a dimensão dos EUA, onde naturalmente não faltarão homens de saber, quer nas academias, quer até na vida social, politica, cultural, cientifica e económica, se elege um Donald Trump? Claro que através da fraude dos votos e da manipulação e alienação da opinião publica pelos órgãos sob controlo do grande capital. É que não se descortina que, na crista daquela amarelada trunfa, haja o mínimo de sensatez e de competência para o desempenho de tão altas responsabilidades, senão a tentação irresistível para o perigoso belicismo mercenário e a esperteza para o golpismo desenfreado, servindo interesses particulares ou de grupos.
Foi noticia mundial de que, na manhã de 20 de maio 2025, o presidente norte-americano Donald Trump desembarcou em Riad , capital da Arábia Saudita, para uma visita de dois dias, na sua primeira viagem oficial ao exterior como presidente dos EUA
A esperá-lo, ao fundo das escadas do avião presidencial, estava o rei saudita Salman bin Abdulazi rodeado da sua corte, com vista assinar um acordo de US $ 110 bilhões para a venda de armas de vários tipos dos Estados Unidos para a Arábia Saudita, negócio este que lhe valeu ser amedalhado com um luzente cordão de ouro ao pescoço
Trump partirá, no final de domingo, para dois dias em Israel - em Tel Aviv, Jerusalém e Belém. A seguir será em Roma e no Vaticano - em 24 de maio, para se encontrar com o Papa Francis e o Presidente da República Sergio Mattarella - e em Bruxelas, Bélgica, onde em 25 de maio, se reunirá entre outros o novo presidente francês Emmanuel Macron. Em 26 e 27 de maio será vez na Sicília para se juntar ao G7 em Taormina e para visitar soldados americanos em uma base militar em Sigonella, a do famoso crise Sigonella, que começou com o sequestro do navio de cruzeiro italiano Achille Lauro Il primo viaggio all'estero del presidente Trump - Il Post
A queda do muro de Berlim, que começou por ser um bom pronúncio, afinal, depressa de converteu na expressão – à escala universal de um desequilíbrio de forças em torno de um único poder: o dos cifrões, venham donde vierem, não importa a origem a forma como são acomulados, mas a sua quantidade Enfim, o campo aberto à fulgurante ascensão do mais despudorado e desumano liberalismo selvagem – E até mesmo aqueles países, que ainda mantêm a foice e o martelo, como símbolo, como a China, tudo isso não passa de um grosseiro disfarce para escudar a ganância e o expansionismo imperialista dos bilionários da elite politica e económica, poderem continuar a reprimir quem se lhe oponha e
amealharem á sua vontade.
ELES NÃO DISTINGUEM NEM A ORIGEM NEM A COR DOS CIFRÕES - A VIDA HUMANA PARA O LIBERALISMO SELVAGEM É ZERO - SEJA ONDE FOR
A esmagadora maioria de governantes, em todo o mundo, está ao lado dos grandes interesses económicos, das classes privilegiadas e não para defenderem politicais sociais em prol das massas: ainda se ao menos fossem, governantes, minimamente competentes e honestos, bem pelo contrário: o seu cinismo raia a loucura, a vaidade e o despudor – Veja-se o beija-mão de Trump ao pais que instaurou e a pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia.
“Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.
Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por láhttp://www.bbc.com/portuguese/noticias/000000_parabiasaudita.shtml
Arábia Saudita intensifica repressão contra ativistas de direitos humanos
As autoridades da Arábia Saudita deram início ao ano de 2017 com o intensificar da repressão contra os ativistas de direitos humanos, desferindo um novo golpe brutal contra os derradeiros vestígios da já muito atacada sociedade civil no país, alerta a Amnistia Internacional.
O maior escândalo de corrupção da História – o caso Al-Yamamah – continua a abalar os Estados anglo-saxónicos. O príncipe saudita Bandar bin Sultan, filho adoptivo dos Bush, é acusado de ter cobrado e distribuído grandes comissões ocultas sobre as vendas de armas da empresa anglo-estadunidense BAE Systems à Arábia Saudita. -
Numerosos observadores consideram que as quantias astronómicas que circularam por baixo das mesas eram utilizadas para o financiamento das “operações secretas da CIA nos meios sunitas”, o que geralmente designa a ligação da CIA à Al Qaeda Escândalo de corrupção EUA-Arábia Saudita - J
A falsa guerra da coalizão ocidental contra o terror no Oriente Médio
A Coalizão Internacional contra Daesh, liderado pelos Estados Unidos e os seus fiéis fantoches europeus e do Oriente Médio, na sua aparente luta contra os terroristas takfiríes não tem sido um fracasso, nem é um erro, não um fiasco premeditado. É uma operação bem planejada da ordem de longo alcance e sustentado para derrubar o governo sírio, fragmentando Iraque, enfraquecendo o poder regional do Irã e impedir o avanço russo ao sul e a Europa do leste e os seus aliados praticam assim um perigoso jogo duplo, tão imoral como o suicídio, que significa, por exemplo, que a Turquia é hoje um dos países por onde passa o maior número de combatentes estrangeiros, que se juntam às fileiras de Daesh, atravessando a fronteira Turco-Síria, sem que haja tomado contra Ancara qualquer medida de contenção ou deu qualquer tipo de críticas por violar o direito internacional, uma resolução condenatória do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) e o estabelecimento de sanções por apoio ao terrorismo.
Certamente o contrabando lucrativo de petróleo, roubado dos poços de Mosul, Baiji, Mayadin, Deir al-Zur ou Al-Raqa são um poderoso incentivo que, o governo de Erdogan continua a apoiar o terrorismo salafista, enquanto dedica seus esforços militares para combater as forças curdas ou ocupação militar de grandes partes do norte do Iraque em busca de seu objetivo de política neo-otomano. http://www.iranews.com.br/a-falsa-guerra-da-coalizao-ocidental-contra-o-terror-no-oriente-medio/
Do Iraque ao Irão: Depois da Cimeira das Lajes, autorizar a destruição do
Iraque, aí está outro ferroada liberal selvagem: Rangel admite que EUA podem
usar Lajes para ataque sem avisar Portugal. Aceita ir nos desatinos perigosos
de um Trampa: -América está longe das
reações imprevisíveis aos ataques de
um louco, tem as costas protegidas . E, Portugal, como toa a Europa
mais próxima e sujeita a ser
retaliada
Até onde vai a hipocrisia destes marmelos, que aceitam ir nas jogadas
perigosas de um Trampa - : Ministro dos
Negócios Estrangeiros garante que vai cumprir acordo - E agora? O Governo
português condena igualmente os ataques considerados injustificáveis atribuídos
ao Irão contra países vizinhos da região,
DE CONSEQUÊNCIAS GRAVES Os EUA e Israel lançaram uma operação conjunta
contra o Irão no sábado de manhã. O regime de Teerão retaliou, como tinha
ameaçado, .
EUA e Israel atacam Irão, Teerão retalia. O que se está a passar no Médio
Oriente? · Mais de 200 mortos em ataques dos EUA e Israel contra o Irão.
NÃO ESQUECER -Invasão do Iraque a
pretexto de um eliminar armas de destruição em
massa (ADM) e possíveis programas nucleares, alegação que nunca se confirmou após investigações
A Cimeira das Lajes (16 de março de 2003), realizada na Base Aérea das
Lajes, Açores, foi um encontro decisivo de alto nível onde George W. BushTony
BlairJosé María Aznar e o anfitrião Durão Barroso formalizaram o ultimato a
Saddam Hussein, lançando a invasão do Iraque sem o apoio explícito da ONU
Várias horas depois, o Governo português, assim como o Presidente da
República e o Presidente eleito, continuavam em silêncio sobre o ataque dos EUA
e de Israel ao Irão, mesmo com as movimentações recentes na Base das Lajes, nos
Açores. Em Espanha, Pedro Sánchez disse que rejeita "a ação militar
unilateral dos EUA e Israel". Por sua vez, Reino Unido, França e Alemanha
condenam conjuntamente a retaliação do Irão. Costa e Von der Leyen
"preocupados".
Diz o Prof. Olímpio Sobral, atento observador, professor em Paris,que “ A China hoje produz bens industriais
até quatro vezes mais rápido e mais barato, com qualidade semelhante ou
superior à europeia. O diferencial médio de custos entre 30% e 40% vem
acompanhado de um rápido avanço tecnológico, atingindo setores estratégicos
como automóveis, baterias, química, máquinas industriais, aeronáutica e até
energia nuclear.
A Alemanha é o país mais exposto: desde 2023, perdeu cerca de 240 mil
empregos industriais, e praticamente todos os seus principais setores enfrentam
concorrência chinesa direta.
A França também sente o golpe, em 2024, a participação da indústria no PIB
francês foi cerca de 17,55%, inferior a Portugal cuja participação no PIB é de
18.4%.
Diante desse cenário, há duas saídas, segundo o "Haut Comissariat au
Plan": tarifas de 30% sobre produtos chineses ou uma desvalorização de 20%
a 30% do euro frente ao yuan. A opção cambial é considerada politicamente
inviável, restando o protecionismo, ainda assim travado por divisões internas
na União Europeia e pelo temor de retaliações.
No fundo, o debate revela um dilema mais profundo. Sem uma política
industrial coordenada, a Europa corre o risco de acelerar a sua
desindustrialização, tornando-se dependente de tecnologia estrangeira.
O “choque chinês” expõe fragilidades internas acumuladas ao longo de
décadas: financeirização da economia, perda de capacidade produtiva e
dependência estratégica.
A questão central já não é se a Europa deve reagir, mas quanto tempo ainda
pode adiar a decisão de industrialização. Olímpio Sobral
OS ARTISTAS DAS DIREITAS É RAPAZIADA FIXE- PASSAM AO LADO DAS FALCATRUASRelatório da CGD responsabiliza equipa de Santos Ferreira pela maioria das perdas- O relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito à gestão da CGD atira para a administração de Santos Ferreira as maiores perdas registadas pelo banco estatal.https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/banca---financas/detalhe/relatorio-da-cgd-responsabiliza-
Relatório da CGD arrasa Banco de Portugal - Esquece a venda de sete hospitais e 2 clínicas por uma bagatela AO AMIL - GRUPO BRASILEIROQUE LIDERA O MAIOR NÚMERO DE RECLAMAÇÕES NO BRASIL - Esquece-se do palavriado de Faria de Oliveira, ex-ministro de Cavaco, gestor do banco públcio e quando afirmou, em 2012, que a; Esquecem-se as nomeações de Passos e Portas que engordam gestores da Caixa e ficam ocm negócios privados
Pois claro:abanca é fixe nas mãos da rapaziada engravatada e bem engordada da banca e dos seus serventuários, Para Faria de Oliveira,governos como o da 'geringonça' "não asseguram a sustentabilidade do crescimento económico".
Até onde vai a lata destes vampiros?
Ex-ministros suspeitos de burlar Estado - Exclusivo CM - Correio da Correio da Manhã (dos angolanos da Newshold detém 15,08% da Cofina e do capitalista Paulo Fernandes) que se tem notabilizado nos ataques à RTP, para o comprar o canal público por tuta e meia, prossegue folhetim Sócrates - ..Angolana Newshold cria empresa para comprar canal da RTP...Não tem a coragem de denunciar os abusos deste governo e vão desenterrar fantasmas do anterior - Obviamente, com a cumplicidade uma justiça que se aproveita dos da media do grande capital para defender interesses corporativistas e fazer a sua politica.
JORNAL DO PATRÃO DO CORREIO DA MANHÃ E DOS ANGOLANOS DA Newshold - ELES LÁ SABEM AS RAZÕES PORQUE MANIPULAM A INFORMAÇÃO
António José Seguro-Novo Presidente de Portugal A Vitória do Piloto de Navegação Segura de Portugal: “Precisamos de uma País preparado e não surpreendido.“O medo paralisa; é a esperança que constrói” Ganhou em todos os distritos e nas duas regiões autónomas.
António José Seguro: A Vitória do Piloto de Navegação Segura de Portugal: “Precisamos de uma País preparado e não surpreendido.“O medo paralisa; é a esperança que constrói” Ganhou em todos os distritos e nas duas regiões autónomas.
Neste video, alguns dos momentos do seu calororo e expressivo discurso, proferido nas Caldas da Raínha, a terra onde tem residido com sua esposa e filhos.
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O candidato do Partido Socialista, António José Seguro, venceu com ampla vantagem as eleições presidenciais domingo, sai 8, e será o próximo presidente de Portugal. Com mais de 96% dos votos apurado...
Que o nosso país esteja sempre à frente do leme e não naufrague e esteja mais preparado para os incêndios e tempestades - E também para que a gula de uns poucos, não devore o país: que já se apoderaram das barragens, da água e eletricidade, das principais empresas públicas, acumulando fortunas e à custa de salários baixos e até de fugas aos impostos. .
António José Seguro tornou-se o Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991. António José Seguro tornou-se hoje no Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991.
Na segunda volta das eleições presidenciais, o antigo secretário-geral do Partido Socialista chegou aos 3.477.717 de votos quando ainda faltavam apurar 21 freguesias e oito consulados, de acordo com os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.
António José Martins Seguro, nasceu a 11 de março de 1962, em Penamacor, município português da região da Beira Baixa, distrito de Castelo Branco, conhecido pelo seu rico património histórico (castelo medieval, centro histórico) e natural (Reserva Natural da Serra da Malcata), limitando a leste com Espanha e oferecendo atrativos como a Praia Fluvial da Meimoa e os seus trilhos, sendo os seus habitantes chamados Penamacorenses.
Foi Ministro do XIV Governo, Europutado e Secretário-geral do Partido Socialista..Na sua carreira académica, foi professor universitário da Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É o atual Presidente eleito da República Portuguesa, na sequência dos resultados das eleições presidenciais de 2026.