sábado, 1 de agosto de 2026

Invasão marroquina de Ceuta aliada ao trumpismo e à justiça que só enxerga diabos à esquerda – Ignora a exploração escrava capitalista “ Como uma decisão do Supremo Tribunal espanhol pode ter criado a maior crise migratória da história de Espanha”

 JTM - Jornalista

Invasão marroquina de Ceuta aliada ao trumpismo e à justiça que só  enxerga diabos à esquerda – Ignora a exploração escrava capitalista “ Como uma decisão do Supremo Tribunal espanhol pode ter criado a maior crise migratória da história de Espanha”

justiça espanhola confirma julgamento de mulher de Sánchez por dois crimes, mas devolve-lhe passaporte O juiz Peinado fechou no mês passado a instrução deste caso, com um auto em que confirmou o processamento de Begoña Gómez e a decisão de que será julgada num tribunal com júri popular. SIC Notícias

Decisão judicial espanhola pode ter estimulado afluxo de imigrantes a Ceuta, diz Agência da ONU para os Refugiados

Ao proibir as devoluções imediatas para quem entra a nado por falta de "barreiras físicas", o Tribunal Supremo espanhol criou uma brecha jurídica que as redes de tráfico transformaram numa vaga sem precedentes

O Tribunal Supremo espanhol anunciou, no início do mês, que interpretou a disposição da Lei de Estrangeiros sobre rejeição de imigrantes ilegais na fronteira como aplicável apenas quando o migrante transpõe "elementos de contenção" física, como saltar uma vedação.

O Tribunal Supremo espanhol anunciou a 8 de julho que interpretou a disposição da Lei de Estrangeiros sobre rejeição de imigrantes ilegais na fronteira ("devoluções a quente") como aplicável apenas quando o migrante transpõe "elementos de contenção" física, como saltar uma vedação.

Como não existem barreiras físicas no mar, a quem entra a nado em Ceuta (ou no enclave de Melilla) deve aplicar-se o procedimento de devolução ordinário - com direito a entrevista e possibilidade de pedido de asilo - sem procedimento sumário de rejeição na

Ao proibir as devoluções imediatas para quem entra a nado por falta de "barreiras físicas", o Tribunal Supremo espanhol criou uma brecha jurídica que as redes de tráfico transformaram numa vaga sem precedentes

Ceuta acordou em choque. O pequeno exclave espanhol no norte de África, com pouco mais de 83 mil habitantes, foi alvo de uma autêntica avalanche migratória, com mais de 60 mil pessoas a entrarem no território desde quinta-feira, de acordo com o presidente da cidade autónoma de Ceuta. As imagens nas ruas descrevem um cenário de colapso. Centenas de jovens a dormir no chão de parques e passeios, confrontos violentos com pedras na fronteira e pelo menos 57 corpos retirados do mar. Mas para os especialistas, esta, que é a maior crise migratória da história daquele território, pode ter tido origem numa sala de um tribunal, a centenas de quilómetros de distância.

Afinal, os imigrantes podem continuar a entrar em Portugal sem contrato de trabalho assinado: há um visto para isso

Em causa está um visto de procura de trabalho, que permite presença no país durante 120 dias. Se conseguir um emprego, o imigrante vindo de fora do espaço da CPLP pode regularizar a sua situação já em território nacional

Os imigrantes vindos de fora do espaço da CPLP podem, afinal, continuar a entrar em Portugal sem terem um contrato de trabalho assinado.

Para entrarem em Portugal, estes imigrantes podem ir aos consulados pedir um visto de trabalho. Ou, se ainda não tiverem um vínculo laboral fechado em Portugal, podem recorrer ao visto de procura de trabalho, que lhes permite estar 120 dias em Portugal, para essa busca de emprego.

 


 


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