JTM - Jornalista


Incêndios - 2025 e 2026 PM Montenegro vira costas ao pais real: vai à praia e ao futebol? No ano passadp optou por férias no Algarve - com Marcelo - Agora, com país a atravessar uma intensa onda de calor e com incêndios activos, parte para Toronto rumo ao jogo da selecção, gastando millhões em viagens.
.Montenegro no mundial. Dois jogos. Duas viagens. Segundo as estimativas , as despesas ascendem os 200 mil euros. Não é nada para um país rico como o nosso. Tudo pago com os impostos dos Portugueses
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Montenegro no mundial. Dois jogos. Duas viagens. Segundo as estimativas , as despesas ascendem os 200 mil euros. Não é nada para um país rico como o nosso. Tudo pago com os impostos dos Portugueses É o único político europeu a ir aos estádios deste mundial. Como podemos exigir esforços aos portugueses com estes exemplos? Embora diga que os portugueses têm o que merecem. Tratam-nos como estúpidos" - Comentários ndo Polígrafo
Num país despovoado e desertificado e arder há mais negócios milionários a crescer. Lançado aos golpes dos manobradores do oportunismo. Desde empresas de helicópteros, a privatizações de empresas públicas, tudo onde os cofres se possam rapidamente atestar e encher
Empresa do cartel dos helicópteros fatura 40 milhões de euros num só dia, em Maio passado -O VÍRUS INCENDIÁRIO NÃO SUFOCA COM O CALOR . E, se houver vento, até vai de vento em popa. para os que mais enchem os bolsos. O risco só não compensa os que combatem as labaredas com as chamas à frente dos olhos. E compensa também aqueles que nem uma palha limparam nas suas matas ou à volta de velhas casas ou currais e agora exigem altos subsídios.
Para já não falar dos autarcas que mais se exibem, nas televisões do regime, em tempo de campanha eleitoral, não para falarem do que fizeram para evitar os impêndios, mas de promessa e conselhos, que também já deviam ter dado e que só agora recomendam.
Em Maio passado, PJ fez buscas e constituiu arguidos cinco gestores, suspeitos de concertar preços na luta contra fogos.Num único dia de abril, uma das empresas de meios aéreos de combate a incêndios, suspeita de fazer parte de um “cartel de helicópteros”, ganhou três concursos públicos que totalizam cerca de 40 milhões de euros. Estas e outras três dezenas de adjudicações de mais de 100 milhões estão a ser investigadas pela Polícia Judiciária, que ontem realizou buscas em pelo menos nove empresas do setor, no Estado-Maior da Força Aérea (EMFA) e na Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC).
Sete administradores e cinco empresas foram constituídos arguidos por suspeitas de obter informação privilegiada e de viciar concursos públicos internacionais.
Em causa está o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) que, todos os anos, entrega avultadas verbas a privados para que o Estado possa combater as chamas com helicópteros. Entre os mais recentes contratos adjudicados através do Gabinete Coordenador de Missão no Âmbito dos Incêndios Rurais do EMFA, estão três procedimentos, firmados no dia 7 de abril e ganhos pela empresa Helibravo, gerida pela família Bravo, que também detém a Sodarca, igualmente alvo de buscas e arguida.
Nestes três concursos, a Helibravo foi contemplada com duas vezes 13,2 milhões, mais 12,8 milhões. Um mês depois, a mesma firma ganhou outro contrato de 7,7 milhões e a Gesticopter, empresa ligada a familiares do ministro da presidência, António Leitão Amaro (ver caixa), foi contemplada com 16 milhões. Nas semanas anteriores, quem recebeu cerca de 38 milhões foi outra empresa suspeita de fazer parte do cartel: a HT
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