sábado, 28 de fevereiro de 2026

Trump e Netanyahu atacam o Iraque com a cúmplicidade Rangel e Montenegro - Depois da Cimeira das Lajes, autorizar a destruição do Iraque, aí está outro ferrão liberal selvagem:



Do Iraque ao Irão: Depois da Cimeira das Lajes, autorizar a destruição do Iraque, aí está outro ferroada liberal selvagem: Rangel admite que EUA podem usar Lajes para ataque sem avisar Portugal. Aceita ir nos desatinos perigosos de um Trampa: -América está longe das  reações imprevisíveis aos ataques de  um louco, tem as costas protegidas . E, Portugal, como toa a   Europa  mais próxima e sujeita  a ser retaliada

Até onde vai a hipocrisia destes marmelos, que aceitam ir nas jogadas perigosas  de um Trampa - : Ministro dos Negócios Estrangeiros garante que vai cumprir acordo  - E agora? O Governo português condena igualmente os ataques considerados injustificáveis atribuídos ao Irão contra países vizinhos da região,

DE CONSEQUÊNCIAS GRAVES Os EUA e Israel lançaram uma operação conjunta contra o Irão no sábado de manhã. O regime de Teerão retaliou, como tinha ameaçado, .

EUA e Israel atacam Irão, Teerão retalia. O que se está a passar no Médio Oriente? · Mais de 200 mortos em ataques dos EUA e Israel contra o Irão.

NÃO ESQUECER  -Invasão do Iraque a pretexto de um eliminar armas de destruição em massa (ADM) e possíveis programas nucleares, alegação que nunca se confirmou após investigações

A Cimeira das Lajes (16 de março de 2003), realizada na Base Aérea das Lajes, Açores, foi um encontro decisivo de alto nível onde George W. BushTony BlairJosé María Aznar e o anfitrião Durão Barroso formalizaram o ultimato a Saddam Hussein, lançando a invasão do Iraque sem o apoio explícito da ONU

Várias horas depois, o Governo português, assim como o Presidente da República e o Presidente eleito, continuavam em silêncio sobre o ataque dos EUA e de Israel ao Irão, mesmo com as movimentações recentes na Base das Lajes, nos Açores. Em Espanha, Pedro Sánchez disse que rejeita "a ação militar unilateral dos EUA e Israel". Por sua vez, Reino Unido, França e Alemanha condenam conjuntamente a retaliação do Irão. Costa e Von der Leyen "preocupados".









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